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Luciene Cruz, Stênio Ribeiro e Wellton Máximo Repórteres da Agência Brasil Brasília -
O Ministério do Planejamento fixou em R$ 670,95 o valor do salário mínimo a
partir de janeiro de 2013. Essa é a proposta que o governo federal incluiu no
Projeto de Lei Orçamentária Anual (Ploa) enviado hoje (30) ao Congresso
Nacional. O novo valor é 7,9% maior que os R$ 622 pagos atualmente. A Ploa
traz a previsão de gastos do governo para o próximo ano. O novo valor do
mínimo passa a ser pago a partir de fevereiro, referente ao mês de janeiro. O
reajuste inclui a variação de 2,7% do Produto Interno Bruto (PIB) de 2011 e a
estimativa de que a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao
Consumidor (INPC) previsto para o ano de 5%. A estimativa do governo é que
cada R$ 1 de avanço no mínimo gerem despesas de R$ 308 milhões ao
governo. Com isso, o aumento de R$ 48 concedido pelo governo causará
impacto de cerca de R$ 14,8 bilhões aos cofres públicos. O INPC é o índice
utilizado nas negociações salariais dos sindicatos e faz parte do acordo de
evolução do salário mínimo fechado entre governo e centrais sindicais Edição:
Fábio Massalli.
partir de janeiro de 2013. Essa é a proposta que o governo federal incluiu no
Projeto de Lei Orçamentária Anual (Ploa) enviado hoje (30) ao Congresso
Nacional. O novo valor é 7,9% maior que os R$ 622 pagos atualmente. A Ploa
traz a previsão de gastos do governo para o próximo ano. O novo valor do
mínimo passa a ser pago a partir de fevereiro, referente ao mês de janeiro. O
reajuste inclui a variação de 2,7% do Produto Interno Bruto (PIB) de 2011 e a
estimativa de que a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao
Consumidor (INPC) previsto para o ano de 5%. A estimativa do governo é que
cada R$ 1 de avanço no mínimo gerem despesas de R$ 308 milhões ao
governo. Com isso, o aumento de R$ 48 concedido pelo governo causará
impacto de cerca de R$ 14,8 bilhões aos cofres públicos. O INPC é o índice
utilizado nas negociações salariais dos sindicatos e faz parte do acordo de
evolução do salário mínimo fechado entre governo e centrais sindicais Edição:
Fábio Massalli.
- Agência Brasil
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